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Como criar sua marca na internet
Autor do livro ‘Eu 2.0′, o especialista em marketing pessoal Dan Schawbel dá dicas para melhorar sua imagem em redes sociais
Danilo Venticinque
Na internet, qualquer pessoa pode virar uma grande marca. Partindo dessa máxima, e usando algum conhecimento sobre redes sociais, o americano Dan Schawbel se tornou um dos mais jovens especialistas em marketing pessoal na internet. Sua história é um caso bem-sucedido de suas teorias: aos 25 anos, ainda com feições de adolescente, trabalha como consultor para empresas multinacionais e tornou-se referência sobre o assunto para revistas de negócios tradicionais, como a Forbes e a BusinessWeek – tudo isso graças a muitos contatos em sites de relacionamentos e a um blog com dicas de carreira. Os posts, que no início eram um passatempo, deram origem ao livro Me 2.0 (“Eu 2.0″, sem previsão de lançamento no Brasil). Em entrevista a ÉPOCA, Schawbel explica a importância de criar uma marca pessoal sólida e dá dicas para usar a internet a seu favor na vida profissional.
ÉPOCA – O que você chama de “marca pessoal”?
Dan Schawbel – Marca pessoal é o modo como vendemos nossa imagem para os outros. Criar a sua marca na internet é controlar a maneira como você é visto online e se tornar conhecido pelas suas paixões e especialidades. O termo “marca pessoal” surgiu em 1997, mas é mais relevante hoje por causa da competitividade do mercado e da explosão das redes sociais. Tanto uma multinacional com uma marca famosa quanto uma pessoa comum podem ter perfis no Facebook, Twitter, etc. Com isso, ficou óbvia a ideia de que qualquer pessoa pode virar uma marca, o que antes só valia para celebridades como Brad Pitt ou Oprah Winfrey.
ÉPOCA – Qual é o primeiro passo para construir uma marca pessoal sólida na internet?
Schawbel – Para começar a construir sua marca online, o primeiro passo é descobrir qual é a sua marca. Se você não definir bem seu foco e escolher um nicho, você não vai conseguir se destacar da multidão. A marca deve se basear em duas coisas: a sua paixão e a sua especialidade. Ser apaixonado por um assunto vai permitir que você trabalhe duro o bastante para que sua marca seja notada, sem desistir no meio do caminho. Ser um especialista naquele assunto ajuda a preencher os requisitos para atender as necessidades do mercado e ganhar dinheiro fazendo o que você gosta. Você deve demarcar o seu território na internet para virar referência naquela área específica e ganhar oportunidades.
FOCO
Para Schawbel, o caminho para se destacar na internet é criar um nichoÉPOCA – Qual é o erro mais frequente na hora de criar uma marca?
Schawbel – O erro mais comum é pular etapas: criar e divulgar a própria marca sem antes descobrir qual é essa marca. Assim, elas acabam recriando a própria marca diversas vezes, o que exige tempo, energia e dinheiro. Se você dedicar seu tempo a descobrir qual é a sua marca, você se sentirá muito mais confiante e conseguirá passar sua mensagem com mais facilidade. Qualquer um pode criar um blog, mas poucos o fazem baseados em algo que realmente amam e no valor de mercado que isso pode trazer.
ÉPOCA – Como as redes sociais podem aumentar (ou diminuir) as chances de conseguir um emprego?
Schawbel – 45% dos recrutadores usam redes sociais para checar os perfis de candidatos. O mais usado é o Facebook (ou o Orkut, no Brasil), o que pode trazer mais malefícios do que benefícios para a sua marca pessoal. É difícil mostrar suas qualidades. Há outro site, o LinkedIn, que é muito usado por recrutadores porque sua estrutura parece com a de um currículo. Na verdade, o poder das redes sociais depende das pessoas que as usam. Elas podem diminuir suas chances de conseguir um emprego se tiverem informações ou imagens que comprometam a sua marca, mas podem aumentar suas chances se você preencher todas as informações importantes e usá-las para fazer contatos – não com qualquer um, mas com pessoas que trabalham em empresas da sua área.
ÉPOCA – Para quem está empregado, é possível desenvolver uma marca pessoal sem entrar em conflito com os interesses da empresa? Que cuidados tomar?
Schawbel – Você não só pode investir na sua marca pessoal quando está empregado como faz isso sem perceber. Todos os bons resultados que você consegue aumentam a sua credibilidade e fazem de você alguém com quem os outros querem trabalhar. Quando o assunto é o mundo online, as coisas ainda estão um pouco obscuras: você é julgado de acordo com o que você faz, tanto online quanto offline. O que você publica na internet pode prejudicar a reputação da sua empresa fora da internet. Antes de criar um blog ou começar a participar de uma comunidade relacionada ao trabalho, o ideal é conversar com o seu chefe e pedir permissão. Sites de relacionamento ainda são novidades para as empresas, então é melhor ser transparente. E, se a sua marca online for relevante para a marca da sua empresa, uma pode ajudar a outra.
ÉPOCA – Qual é a importância de aparecer entre os primeiros resultados para o seu nome ou profissão no Google? Como fazer para melhorar essa posição?
Schawbel – Sites de busca são a principal maneira para procurar informações sobre marcas. Se você aparece no primeiro lugar em uma categoria, a percepção das pessoas é que você merece estar lá. A maioria só olha para os três primeiros resultados, então a meta é escolher as palavras às quais você quer ser associado e otimizar seu conteúdo para que o seu nome apareça entre os três primeiros. É como uma lista de livros mais vendidos. Quanto maior o ranking, mais você vai vender e mais atenção você vai chamar. Para melhorar os resultados, você pode produzir conteúdo, tentar aparecer na imprensa, escrever para blogs de outros e criar websites sobre as suas atividades.
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ÉPOCA – Ainda falando sobre os resultados de sites de busca, pessoas que têm nomes muito comuns estão em desvantagem?
Schawbel – É mais difícil se destacar se você tiver um nome comum do que se você tiver um nome diferente. Os “John Smith” [equivalente americano a “João da Silva”] do mundo devem usar suas outras iniciais, nomes do meio e apelidos, ou cercar seu nome com palavras-chave sobre suas áreas de atuação. Você precisa decidir como quer ser chamado, porque depois de escolher um nome, é assim que vão te chamar e é difícil mudar isso.
ÉPOCA – Qual é a melhor maneira de se aproximar de futuros empregadores na internet?
Schawbel – O melhor é não mandar e-mails e mensagens em redes sociais imediatamente, pois eles devem receber centenas dessas mensagens todos os dias e você não vai se destacar. Em vez de fazer isso, faça uma busca por eles no Twitter, LinkedIn, Facebook e outras redes. Descubra de quais comunidades ou sites eles participam, entre nessas comunidades e interaja com todos. Depois de algumas semanas, você pode mandar mensagens e eles estarão mais abertos ao contato, por já saberem quem você é.
ÉPOCA – Quais são as diferenças entre um bom currículo online e um bom currículo impresso?
Schawbel – Um currículo ou portifólio online deve ser consistente com os seus materiais impressos. Na verdade, você pode imprimir o seu perfil de um site como o LinkedIn e usar como seu currículo, pois lá há mais espaço para se destacar e parecer inovador. Eu diria que a única diferença é que você deve incluir sua foto no currículo online, o que no impresso às vezes não é permitido para evitar a discriminação.
ÉPOCA – É possível usar o Facebook ou o Orkut como ferramentas de marketing pessoal sem deixar de lado o objetivo original, que é manter contato com os amigos?
Schawbel – Redes sociais como o Orkut podem ser usadas para fortalecer sua marca porque deixam você se apresentar da maneira como quer ser visto. Depois de criar seu perfil, você vai querer melhorá-lo para atrair amigos, colegas e outras pessoas com quem você queira se conectar. A marca pessoal não diz respeito só à sua carreira, mas também à sua vida, o que inclui a interação social.
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A hora da escolha
* Carmem Zara
Você sabe a importância de ter um foco? Nesta caminhada rumo à aprovação, você certamente deve ter conhecido muitas pessoas “atirando para todos os lados”. Em outras palavras, participando de todos os concursos que aparecem. Será que é esse mesmo o caminho?
De acordo com a Programação Neurolingüística, uma nova ciência que estuda o funcionamento do cérebro e da mente, ter um foco, um objetivo estipulado é o que vai levar seu nome à disputada lista de aprovados.
Lendo os editais atentamente, verá que cada concurso exige matérias e disciplinas diferentes. Logo, se você se inscrever em tantos certames, em áreas tão distintas, como dará conta de tanto material para estudar? Será grande a chance de confundir o seu cérebro. E não para por aí.
Ao escolher um concurso, você deve ter em mente de que esta meta vai determinar sua carreira profissional e a sua felicidade. Há muitos servidores públicos que estão insatisfeitos com sua rotina diária justamente porque não souberam escolher e optar por aquilo que queriam. A vida (ou a família, os colegas, a crise, professores) terminaram escolhendo por eles. E os sonhos? As realizações? Os anseios de aliar a paixão pelo trabalho a um cargo público?
Portanto, determine o que você quer, estabeleça objetivos reais e positivos. Selecione os concursos que tenham a ver com os seus conhecimentos, e com o que você está buscando, e trace um plano de ações com tempo fixado, unindo os estudos com seus princípios e valores. Isso liberará o seu poder, seus recursos e capacidades para chegar lá. Estou torcendo por vocês!
* Carmem Zara é co-autora, com William Douglas, do best-seller “Como usar o cérebro para passar em provas e concursos”, editora Campus, em terceira edição.
Master e trainer em Programação Neurolingüística pelo Instituto de Neurolingüística Aplicada (INAP)
Coach executiva e de vida. E-mail: carmem.zara@gmail.com
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Entrevista
No autoconhecimento e na auto-estima, a descoberta de um novo aprendizado
08/05/2008 – Folha Dirigida – Educação
Joana Martins
Para facilitar o processo de ensino-aprendizagem, as técnicas da Programação Neurolingüística (PNL) começam a ser trabalhadas com os professores. Porém, em que consiste essa programação? A PNL é um modelo que ajuda o indivíduo a entender melhor como o ser humano pensa, age e se comunica. Por isso, com o objetivo de ampliar competências em atividades de ensino e aprendizagem, através da utilização das técnicas da PNL, o curso PNL aplicada ao ensino e aprendizagem para educadores e profissionais de treinamento chega pela primeira vez ao Rio de Janeiro. Segundo uma das facilitadoras do curso, a master trainer em PNL, Dulce Gabiate, o conhecimento e a prática da Programação Neurolingüística em sala de aula são fundamentais. “Isso porque modifica a relação do professor com ele mesmo, com o aluno, com o conteúdo a ser transmitido e libera a capacidade de auto-aprendizagem do estudante”, afirma.O curso, que tem a duração de 40 horas, será realizado, a partir do dia 4 de junho, na sede do Instituto de Neurolingüística Aplicada (INAP), no Flamengo, e abordará três grande linhas de trabalho. “A primeira procura desenvolver o autoconhecimento, elevar a auto-estima. Já que, hoje, percebemos que em função da baixa remuneração e da falta de estrutura, os professores estão desmotivados. Com esse trabalho conseguimos que o professor tenha melhor atuação em sala de aula, mais motivação”, disse. Além disso, a PNL trabalha com uma série de técnicas que ajudam a identificar os diversos tipos de conhecimento, pois cada pessoa tem uma forma de conhecer o mundo. “E se o professor trabalha com recursos para atender esses diversos tipos, o resultado do aprender é mais afetivo”, explicou. Em entrevista à FOLHA DIRIGIDA, Dulce Gabiate, que também é psicóloga e consultora organizacional, fala ainda sobre a importância da PNL para o dia-a-dia da sala de aula. E ainda ressalta os problemas de aprendizagem que podem surgir a partir de uma comunicação deficiente.
O que é a Programação Neurolingüística (PNL)? Qual a importância do conhecimento neurolingüístico nos dias de hoje?
Dulce Gabiate – A programação Neurolingüística tem como objetivo explicar como o cérebro e a mente funcionam, isto é, como criamos os nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos. Essas explicações ajudam a alterar alguns comportamentos, para que se tornem mais adequados, de acordo com o que desejamos realizar. Essa é a primeira aprendizagem que o programa passa. Porque ao conhecer como os pensamentos são criados e, aprender que eles influenciam o estado emocional e o comportamento das pessoas, começamos a ter recursos para trabalhar a alteração de comportamentos. Dessa forma, vamos produzindo comportamentos mais assertivos, que permitam o alcance das nossas metas.No contexto escolar, o professor, quando organiza esse conhecimento, passa a ter melhor atuação em sala de aula. Com isso, ele tem a possibilidade de estabelecer uma comunicação mais eficaz com os alunos. Porque, quando se tem conhecimento e passa-se a ter um autoconhecimento, as pessoas começam a gerenciar melhor seus comportamentos e suas emoções. Esse é o grande diferencial e a importância de se ter um conhecimento neurolingüístico.
Como a PNL pode ser aplicada na área de educação? Na prática, quais benefícios traz para alunos e professores?
O conhecimento e a prática da PNL em sala de aula são fundamentais. Isso porque modifica a relação do professor com ele mesmo, com o aluno, com o conteúdo a ser transmitido e libera a capacidade de auto-aprendizagem do aluno. Na realidade, os benefícios que o programa traz para os professores são motivação e aprendizagem de técnicas que geram participação e também a motivação dos alunos. Além disso, o programa amplia a capacidade de escolha das pessoas, porque quando é ampliada a percepção, a forma de enxergar o mundo, são criadas outras formas de aprender e de atuar. Costumo dizer que o professor que usa as ferramentas da PNL promove a aprendizagem e transforma vítimas em criadores. Depois, quando se utiliza das técnicas os professores aprendem que têm que explorar ao máximo os recursos auditivos, visuais e sinestésicos. Com isso, é gerada motivação. Na realidade, na relação de sala de aula, o professor é o grande termômetro para estimular os alunos, porque estados emocionais são contagiantes. Quando ele cria todo um contexto de estímulo os resultados são significativos.
Seria correto afirmar que boa parte das causas das falhas no processo de aprendizagem deve-se, justamente, a problemas de comunicação?Basicamente. A comunicação é a chave para as relações. Então, na medida em que desenvolvo uma comunicação mais atrativa, naturalmente, promovo aprendizagem. E como cada pessoa pode ter um estímulo (visual, auditivo, sinestésico), quanto mais exploro essa forma de percepção, através da linguagem, propicio que as pessoas captem mais e aprendam aquilo que elas querem aprender.
Quais os principais equívocos cometidos pelos professores em sala de aula?
São as supostas rotulações. Quando o professor olha para um determinado aluno e afirma que o mesmo é mais produtivo ou menos do que outro, ocorre uma rotulação de um determinado comportamento. É preciso que os professores entendam que todas as pessoas têm identidades e que, em determinadas situações, podem não apresentar um comportamento adequado. Por isso, não se pode julgar o comportamento dessa pessoa rotulando-a, pois o comportamento não adequado que ela apresentou foi apenas uma ação – o que não compromete a sua identidade. Entretanto, quando o professor diz que uma pessoa é limitada ou que tem dificuldade, ele está rotulando a identidade dela, o que impede que ela quebre esse estado. Então, a primeira coisa que deve ser feita é sempre ajudar as pessoas nas mudanças das ações que são comportamentos e trabalhar com a identidade de que todos os seres humanos são capazes de alcançar resultados. A diferença da mensagem que é passada para o outro pode ser uma alavanca de crescimento ou de derrota. O cuidado que o professor tem que ter com a comunicação é para que ela seja capaz de reconhecer as potencialidades do indivíduo e os ajudar a alcançar os seus resultados.
Estímulo da memória, capacidade de armazenamento de dados, múltiplas inteligências, estratégias mentais de sucesso…
Como trabalhar esses temas junto a alunos e professores? Em outras palavras, como fazer para que eles conheçam o funcionamentos do próprio cérebro?
A Programação Neurolingüística trabalha com um mapa que mostra como é feita essa percepção da realidade. No entanto, mostramos que cada pessoa pode receber o mesmo estímulo e dar a ele significados diferentes. O que a PNL ajuda é a dizer para a pessoa que, se ela acredita que pode, que é capaz, ela consegue alcançar. Isso porque ela vai agir enxergando a vida com possibilidades. Quando a pessoa acredita que não é capaz, ela cria filtros que fazem com que enxergue a realidade de uma forma negativa e, com isso, a atuação da pessoa diminui. A PNL também vai ajudar ao aluno a enxergar dificuldades passadas como feedback. Ele vai, assim, aprender com essas experiências. Não existe fracasso… O que existe, na verdade, são aprendizagens.
Qual é o perfil dos professores que devem procurar o curso que será ministrado no próximo mês? Qual é o objetivo básico deste encontro?
Todos aqueles que procuram um melhor desempenho na própria resposta do aluno. Tanto em termos de estar mais motivado, quanto em termos de gerar motivação. Para que, assim, os resultados que são esperados de aprendizagem aconteçam. O objetivo básico do programa, que tem 40 horas de duração, é capacitar os professores para que eles tenham melhor atuação e que possam promover aprendizagens com os alunos. O curso fornece métodos para que o professor seja mais assertivo, que possa utilizar em seu dia-a-dia técnicas de aproximação, de comunicação, gerando assim mais motivação em sala de aula. O trabalho é feito dessa forma, já que um dos fatores primordiais para que o aluno aprenda é a motivação. O aluno precisa ser estimulado. Neste contexto, o espaço da sala de aula precisa ser um campo de motivação para favorecer a aprendizagem. Dessa forma, a postura do professor tem um impacto direto no resultado da aprendizagem em sala de aula. E isso se dá através da comunicação que ele utiliza. Então, o curso tem como objetivo primeiro mostrar como o cérebro funciona. Segundo, mostramos como os professores podem estabelecer relações assertivas com o aluno e como podem estimulá-los a aprender. E, por fim, utilizar diversos recursos que promovam a participação, transformar a sala de aula em um ambiente agradável, produtivo e usar de recursos, música, filme, por exemplo, são fatores de grande valia nesse processo.
A senhora acredita que, pelo menos, aspectos fundamentais da PNL deveriam constar da formação de todos os professores?Acredito que sim, isso faz uma grande diferença. Ainda mais porque a PNL ajuda a mostrar aos professores que alguns métodos de aprendizagem não funcionam tão bem quanto o esperado. Por exemplo, algo que também atrapalha bastante o dia-a-dia da sala de aula são as crenças pré-existentes, ou seja, tudo aquilo em que acreditamos. Isso influencia diretamente o nosso comportamento. As crenças podem levar a pessoa para frente ou limitá-las. Se a pessoa acredita que pode, e é válido deixar claro que não é uma questão de pensamento positivo, mas sim o ato de traçar uma meta. Dessa forma, as pessoas começam a trabalhar com as estratégias, para alcançar um resultado. No entanto, se ela começar pensando que não é capaz, que essa matéria é difícil, a pessoa começa a limitar a percepção dos estímulos. O importante é que os professores tenham o conhecimento de que as crenças influenciam os pensamentos, que os pensamentos é que vão gerar um comportamento positivo. Saber trabalhar isso ajuda os alunos a enxergarem e a desenvolverem as suas potencialidades.
Uma das grandes queixas dos professores refere-se justamente à dificuldade em obter a participação dos alunos, buscar neles a motivação para a aprendizagem. Como reverter esse quadro?
A primeira coisa é o olhar. Se o professor tem um conteúdo, o conhecimento técnico, e utiliza as técnicas que propiciam uma participação, o resultado, com certeza, vai ser diferente. Porém, o professor, primeiro, precisa acreditar que é uma pessoa motivadora. Segundo, ele deve olhar as pessoas com um novo olhar e fazer com que elas participem. A comunicação efetiva é a soma entre a comunicação verbal e não verbal. Além disso, também é necessário que o educador trabalhe com os diferentes tipos de métodos, como slides, filmes, exercícios, dinâmicas, assim como os instrutores fazem em treinamentos das empresas. O uso desses recursos faz com que a aula fique mais dinâmica e o aluno, por sua vez, mais interessado em aprender, já que os três sistemas (visual, auditivo e sinestésico) estão sendo estimulados. O professor, cada vez mais, deixa de ser o único detentor do conhecimento no processo de ensino e aprendizagem.
Como estimular nos estudantes, então, um compromisso pessoal de investir na auto-aprendizagem?
Na realidade, o que é importante, e que muda o contexto da sala de aula, é quando o professor trabalha com a sabedoria do grupo. Algumas pessoas partem da premissa de que quando vão dar aulas os alunos não têm um conhecimento sobre o assunto a ser trabalhado. No entanto, se fizerem a experiência de perguntar o que os alunos acham daquele tema vão descobrir que os mesmos já possuem um conhecimento prévio, ou mesmo que já tem uma idéia do que vai ser trabalhado. Dessa forma, os professores valorizam o saber prévio dos alunos e, com isso, a participação deles fica mais efetiva. Logo, a aprendizagem daquele grupo também acontece de forma mais assertiva. O professor tem que reconhecer que o aluno tem um saber, pois, na verdade, quando ele aprende ele vai fazendo links com algo que já conhecem. Os alunos possuem uma referência interna e, com isso, vão construindo o saber. O mais interessante, então, é que o professor possa, dentro da sala de aula, construir com os alunos o saber, porque é isso que vai motivá-los.
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PROGRAMA: FERRAMENTAS DE PNL APLICADA AO ATENDIMENTO CLÍNICO FOCADO EM METAS
OBJETIVO: CONSTRUIR UMA PRÁTICA DE ATENDIMENTO FOCADO EM METAS, UTILIZANDO TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA.
TEMAS ABORDADOS
A FERRAMENTA DE PNL APLICADA AO ATENDIMENTO
CONHECENDO E UTILIZANDO PRESSUPOSIÇÔES DE MUDANÇA
POSTURA E FOCO DE ABORDAGEM
AMPLIANDO VISÃO SOBRE PRESENÇA, CALIBRAÇÃO E
RAPPORT INCONSCIENTE PARA ATUAR COM EXCELÊNCIA
CONSTRUINDO ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO
ANAMNESE: MAPEANDO MAPA MENTAL DO CLIENTE
LINHA HISTÓRICA, ESTRATÉGIAS MENTAIS E PERFIL
DEFININDO METAS DE ESTADOS DESEJADOS
A METÁFORA DOS SINTOMAS E SUAS DICAS
LINGUAGEM: A INFLUÊNCIA SOBRE OS COMPORTAMENTOS
SISTEMAS DE CRENÇAS, VALORES
IDENTIFICANDO FALHAS NOS NÍVEIS DE APRENDIZAGEM E
FATORES DE IMPEDIMENTO
TÉCNICAS PARA PROCESSO DE MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS
TRABALHANDO RECURSOS: TÉCNICAS PADRÃO E PROCESSOS DE ALTA PERFORMANCE
REDESENHANDO HISTÓRIA DE VIDA
ALINHAMENTO DE METAS
PÚBLICO ALVO:
PROFISSIONAIS QUE ATUAM EM ATIVIDADES DE ATENDIMENTO.
METODOLOGIA:
TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA, MÉTODO DE CONVERSAÇÃO PARA UTILIZAÇÃO DE PERGUNTAS DE IMPACTO, EXERCÍCIOS PRÁTICOS.
CARGA HORÁRIA: 15 HORAS.
FACILITADORA: DULCE GABIATE, PSICÓLOGA CLÍNICA, CONSULTORA ORGANIZACIONAL, MASTER E TRAINER EM PNL, TRAINER EM TOP – TECNOLOGY OF PARTICIPATION, COACH EXECUTIVO E VIDA, TREINADORA DO INAp.
VALOR DO INVESTIMENTO: R$400,00 ( Quatrocentos reais).
LOCAL: INAP- RIO
PRAIA DO FLAMENGO 278, 2 ANDAR- RIO DE JANEIRO
INÍCIO: 06/10/2009
HORÁRIO: 19:00 as 22:00 horas
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No mês de setembro estaremos realizando 2 programas novos:
Como usar o cérebro para passar em provas e concursos no dia 26/09/2009,
foco do programa: Criar estratégias mentais de sucesso para ter um excelente desempenho
teórico e emocional, baseado na modelagem de estratégia mental de William Douglas,
no hotel Atlântico, Siqueira Campos 90, Copacabana _RJ
horário: 09:00 as 18:00 horas/ 8 horas
Líder Coach – ferramentas de liderança e coach para gestores de área.
no INAp Rio de Janeiro novembro de 2009.
carga horária: 24 horas
Ferramentas de PNL aplicada ao atendimento clínico com foco em metas, no mês de outubro, no INAp Rio de Janeiro aulas as 3 feiras 19:00 as 22:00.
carga horária de 16 horas.
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É natural pensarmos que se temos o domínio teórico sobre um conjunto de matérias e assuntos seremos bem sucedidos em provas, testes e criação de processos.
Acreditamos que o conhecimento seja fundamental para garantir um bom desempenho, todavia, os resultados nos mostram que algumas pessoas mesmo detendo um conhecimento profundo sobre os assuntos, quando testadas , muitas vezes apresentam um desempenho insatisfário.
A pergunta que se faz então é: o que está interferindo em sua atuação? Que fatores estão influenciando , impedindo que o conhecimento seja utilizado de forma adequada e gerando resultados positivos. Medo, insegurança, podem influenciar negativamente, trazendo confusões
trocas e dúvidas, porém ,descobrimos que a criação de uma estratégia mental flexível, assertiva e ampla podem mudar significativamente estes resultados.
O que estamos chamando aqui de estratégia mental sucesso – é um caminho desenvolvido pela mente para aprender a aprender , processar , mapear e estruturar informações , e transformar em conhecimentos, que possam ser utilizado quando desejado de forma assertiva, rápida e eficaz.
Sabemos que para que uma estratégia seja eficaz e permita uma visão e atuação ampliada , alguns outros recursos internos serão necessários como: ousadia, coragem, abertura entre outros. Se você gostou do que viu até aqui e deseja ampliar esta competência de criar estratégias de sucesso para vencer, venha conhecer o nosso programa. Como usar o cérebro para passar em provas e concursos.
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Um curso prático que se destina àqueles que buscam aprender a criar estratégias mentais de sucesso para passar em provas e concursos.
Conheça as estratégias utilizadas pelo guru dos concursos, William Douglas!
O Juiz Federal, professor e escritor foi analisado pela técnica da modelagem, que analisa as estratégias e comportamentos que fizeram a pessoa ter sucesso. Essa “radiografia” será apresentada no curso, de modo que você poderá conhecer, aprender e utilizar as técnicas e estratégias que resultaram no sucesso de William Douglas.
Data: 15/08/2009
Local: Hotel Atlântico Copacabana. Rua Siqueira Campos, 90
Temas abordados:
Como o cérebro aprende
Ampliando sua estratégia de aprendizagem
Fortalecendo crenças de sucesso
Utilizando técnicas poderosas de PNL para melhorar atuação
Modelando uma estratégia de Sucesso
E muito mais…
Carga horária : 8 horas
Valor do Investimento: R$ 140,00 (cento e quarenta reais)
Facilitadores : Carmem Zara Coach é treinadora em Programação Neurolinguística ( co autora com William Douglas do livro Como usar o cérebro para passar em Provas e concursos) e Dulce Gabiate psicóloga e treinadora em Programação Neurolinguística.
Informações e Inscrições: 21 30797991 e 25718932
E -mails: carmem.zara@gmail.com e gabiate@gmail.com
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…, então:o que te impede agora?

Todos os dias ouvimos relatos de insatisfação sobre situações vividas, comportamentos indesejados, ações que não são postas em prática. Há sempre alguém lamentando pelo que deixou de fazer, do que fez e não gostou , de comportamentos que gostaria de não ter realizado.
E a pergunta natural que surge é: porque me comportei assim? o que estou deixando de fazer? o que é necessário para modificar? perguntas quase sempre, sem respostas imediatas.
Sabemos que são as perguntas que movem o mundo, estimulam as buscas, motivam os nossos cérebros. Então, podemos pensar
que me leva a repetir comportamentos indesejáveis, a agir de forma inadequada, a ter surtos de emoções descontroláveis dos nossos desejos supostamente conscientes?
Leia mais…
…continue lendo.
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Em 15 agosto de 2009 , eu e Carmem Zara, estaremos lançando o programa de treinamento: como usar o cérebro para passar em provas e concursos. O objetivo deste programa é levar os participantes a ampliar seus conhecimentos de como o cérebro funciona, o processo de aprendizagem, a influência das crenças sobre a performance, como podemos criar estratégias mentais de sucesso e alcançar metas. Usaremos como base o estudo da modelagem de estratégia mental de sucesso de William Douglas para passar em concursos.William e Carmem Zara são autores do livro com o mesmo Título do programa. O programa será prático, vivencial ,visando promover a revisão de estratégias de estudo, organização dos recursos internos de força e poder e alinhar objetivos. Venha experimentar este programa e constatar as chaves de diferença.
Dulce Gabiate
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A PNL é uma ciência que nos ajuda a entender como criamos nossa comunicação interna e externa, a influência de nossos pensamentos sobre as emoções e comportamentos e se utiliza de alguns pressupostos que quando introjetados e praticados nos ajudam a olhar e vivenciar os eventos do dia a dia com mais flexibilidade, e a ter uma atitude de compaixão para lidar com as diferenças individuais.
Em minhas experiências nos últimos anos pude constatar minhas mudanças de comportamento bem como de outras pessoas que como eu se permitiram reavaliar suas crenças e a praticar no cotidiano as pressuposições que ampliam nossas visões e atuações na vida.
Como resultado pude vivenciar maior flexibilidade nas relações pessoais e profissionais bem como uma facilidade de construir rapport e comunicação.
Vale a pena ressaltar algumas destas pressuposições como: O mapa não é o território, partindo desta premissa , o que esta descrito em um mapa é totalmente diferente do que podemos ver,ouvir e sentir , quando estamos em seu território em função das diferenças de cada pessoa ( aprendizagens, cultura, experiências de vida e significados) e podemos ter visões da realidade diferenciadas. Sabemos que as diferenças existem, que pessoas podem ter semelhanças em alguns aspectos mas ter visões diferentes da realidade. Conscientemente sabemos disto, mas em nosso dia a dia sofremos e criamos conflitos em nossas relações por desejarmos que as pessoas pensem e ajam como nós. Esta é a primeira grande aprendizagem que podemos ter na busca de uma vida de relacionamento mais produtiva e prazerosa, aceitar as diferenças e aprender e crescer com elas. Outro dado de constatação é que em função destas diferenças o significado de alguns conceitos podem ser percebidos e entendidos de formas diferentes , sendo assim ao estabelecer diálogos com outros precisamos nos certificar de que os conceitos utilizados são os mesmo de forma a evitar distorções e mal entendidos. Para avançar neste desenvolvimento precisamos praticar mais esta pressuposição.